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10 dicas para evitar golpes e fraudes em compras e pagamentos

fraudes em compras e pagamentos

Fraudes em compras e pagamentos é um problema para muitas empresas. Mas você pode reduzir seus riscos tomando duas medidas simples: adotando critérios claros na seleção de fornecedores e utilizando meios de pagamento confiáveis.

Fraudes em compras e pagamentos é algo que costuma tirar o sono de muitos empresários. Seja uma empresa de pequeno, médio ou grande porte, esse é o tipo de coisa que realmente pode trazer grandes prejuízos. Mas nem tudo está perdido e, por incrível que pareça, a solução para esses problemas, pode estar mais perto de você do que imagina!

A seguir, daremos 10 dicas para blindar o seu negócio na hora de comprar dos fornecedores e, claro, no momento de receber os pagamentos dos clientes. Se gostar do conteúdo, compartilhe com seus amigos, afinal, ele pode ser útil para mais pessoas. 😎

1. Selecione bons fornecedores

Não importa o tamanho da sua empresa, nem se ela é mais focada em produtos ou serviços, você sempre terá fornecedores: sejam equipamentos e tecnologias para efetuar seus serviços ou produtos para revendê-los aos clientes finais. Em todos os casos, buscar bons fornecedores é fundamental para que você não seja passado para trás.

Muitas empresas fornecedoras entram no mercado com vontade de ter o máximo de parcerias possíveis. Acontece que nem todas estão preparadas para atender demandas ilimitadas e, justamente nesse ponto, encontramos um problema: se você faz acordo com uma empresa assim, pode ser que ela não dê conta de entregar o que você pede… não por má fé, mas por simples falta de planejamento.

Por isso, selecionar bons fornecedores é a chave para um negócio próspero. Mas como fazer isso? O primeiro passo é buscar entre empresas idôneas. Você pode checar isso fazendo uma busca pelo CNPJ. Nesse ponto, seu contador ou advogado pode ajudar. Em tese, se ela estiver “limpa na praça” é um sinal de que vocês podem caminhar juntos.

2. Desconfie de preços muito vantajosos

Um hábito bem comum para quem inicia um negócio é buscar insumos (equipamentos, produtos, etc.) a preços muito vantajosos. Não há nada de errado nisso. Quanto maior for sua margem de lucro, melhor. Mas é seu dever desconfiar daqueles que vêm até nós com preços muito abaixo do que é praticado no mercado. Desconfie de “promoções que parecem mentira” porque, de verdade, elas realmente podem ser uma mentira!

3. Busque informações com empresas do ramo

Se você vai montar uma autoescola, converse com donos de outras autoescolas pra saber onde eles compraram tudo o que precisavam para abrir uma. Tem pessoas que não gostam de passar esse tipo de informação? Sim, infelizmente. Mas tem muita gente que não liga e isso será de grande ajuda. Não tenha medo de perguntar, pedir contatos, etc.

O mesmo vale para qualquer ramo de negócio, da oficina mecânica à loja de produtos pets, passando pelo salão de beleza e a padaria, procure informações com quem é da área.

4. Há quanto tempo ele está no mercado?

Depois de achar quais empresas vão fornecer pra você aquilo que seu negócio precisa, verifique há quanto tempo elas estão no mercado. Não que seja proibido optar pelas mais jovens. Não é nada disso! Mas é que quanto mais tempo de atuação elas tiverem, mais facilmente você conseguirá achar informações que falam sobre as reputações delas.

Aproveite para checar como andam as avaliações delas em dispositivos online como o Reclame Aqui e o Consumidor.Gov. Pode não parecer tão importante, mas a forma como ela se comporta com os clientes nesses espaços diz muito sobre como ela será com você!

5. Eficiência comprovada ou certificação

Outro fator importante: a empresa com a qual você estabelecerá parceria possui eficiência comprovada ou certificações? Eficiência comprovada indica que ela entrega produtos de qualidade, dentro do prazo, e os pedidos estão sempre compatíveis ao que consta na Nota Fiscal. Um bom parâmetro para responder a essa pergunta é verificar se ela possui certificações como a ISO 9001, que atesta qualidade em diferentes etapas da organização.

Mas note que o ISO não é o único critério de comparação. Se voltar ao item 3 deste artigo, vai ver que uma consulta com outras empresas do seu ramo também pode ajudar.

6. Comunicação rápida e dinâmica

Lembre de uma regra de ouro: empresa boa de se relacionar é aquela que estabelece uma comunicação rápida e dinâmica com todos os seus stakeholders (clientes, funcionários, fornecedores, poder público, entre outros). Uma boa forma de “testar” isso é enviando um e-mail ou uma mensagem de WhatsApp. Se a resposta atende suas expectativas, bingo!

7. Valores e alinhamento

Talvez um dos pontos que você não vai fazer uma ligação imediata é esse aqui: busque fornecedores que acreditam no que você e sua empresa acreditam. Estar ao lado de quem divide os mesmos sonhos, as mesmas aspirações. Não é algo que vale apenas para as relações pessoais, mas também para o B2B, a relação entre empresas. E o que isso tem a ver com golpes e fraudes em compras e pagamentos? Calma que a relação não é tão direta, mas significativa!

Digamos que você seja dono de uma loja de material de construção que está apostando em produtos sustentáveis. Daí, arruma um fornecedor que não está nem aí pra isso. Será que, em algum momento, ele não poderá te “empurrar” algo “da linha verde”, mesmo sem ser?

8. Meios de pagamento confiáveis

Já na hora de receber os pagamentos dos clientes, a melhor forma de evitar fraudes é utilizar meios de pagamento confiáveis. A PagueVeloz, por exemplo, oferece uma série de facilidades que te permite emitir cobranças e receber pagamentos sem ter conta em banco. Além disso, os clientes da PagueVeloz em breve poderão usufruir do Pix, o sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central para facilitar transações financeiras.

9. Ambiente virtual seguro

Se o seu negócio for no ambiente virtual, saiba que qualquer loja online deve fornecer segurança por meio de certificados digitais. A ideia é garantir a confidencialidade dos dados do consumidor. Ao criptografar informações como senhas, CPF, e-mail e outros dados pessoais, hackers terão dificuldade para acessar isso para depois aplicar um golpe.

Aliás, nenhuma segurança é demais num país em que o e-commerce sofre 3,6 mil tentativas de fraudes em compras e pagamentos  a cada minuto. Isso representa 216 mil a cada hora, mais de 5 milhões num dia.

10. Comprei, mas não comprei, pode isso?

Mas se o seu comércio for local, é com o chargeback que você deverá cuidar na hora dos pagamentos. O que é isso? É aquele famoso “cancelamento da compra” feito pelo cliente.

Três motivos geram o chargeback: fraude, desacordo comercial e erro de processamento. Nos dois últimos você tem responsabilidade nisso, mas no primeiro, não. E é justamente aí que mora o perigo: empresas às vezes vêm à falência por conta de chargebacks.

O tema é tão importante que fizemos um artigo especial sobre isso. Acesse aqui.

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