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Lista de reclamações de bancos: qual é a sua “preferida”?

reclamações de bancos

Reclamar é da natureza humana, mas existem casos em que a revolta é totalmente justificada. Bancos estão entre os campeões de reclamações. O que nem todo mundo sabe é que é fácil se livrar dos transtornos.

A cada ano acontece uma disputa para ver quem lidera o ranking de reclamações de clientes. De um lado, reclamações de bancos, e do outro, operadoras de telefonia.

Cobranças indevidas  e falta de transparência são as principais causas de enfurecimento dos consumidores, que despejam toda a sua indignação em portais de reclamações e redes sociais.

Segundo a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), a maior causa da frustração dos clientes de bancos tradicionais é não fazerem ideia das taxas de juros cobradas.

O segundo maior motivo de reclamações de bancos é o fato de não saberem quanto pagam pelo pacote de serviços da conta corrente, e nem mesmo por quais benefícios estão pagando e se realmente precisam deles.

Se você tem uma conta em banco, sabe que a lista de problemas é bem maior, e diferente destes casos, foge do controle do correntista.

Compilamos aqui alguns dos principais. Provavelmente você vai se identificar com a maioria das reclamações.

Mas como não adianta só ficar falando de problemas, também sugerimos uma solução ao final deste artigo. Vamos nessa?

O limite do banco (e da sua paciência)

Desculpe pelo trocadilho, mas tem coisas que fazem qualquer um chegar ao limite! Uma delas é o famigerado cheque especial.

Há bancos que chegam a cobrar mais de 15% de juros ao mês nessa modalidade de empréstimo disfarçada de “ajudinha”.

Muitas pessoas, físicas e jurídicas, já foram sugadas pela dívida no cheque especial a ponto de precisarem bancar um alto custo mensal para “tapar o buraco”.

Ou pior: acumulam a dívida até atingir patamares estratosféricos, comprometendo o seu crédito na praça.

Juros abusivos: um ralo monetário

Bancos vivem de juros e não há nada de errado nisso, exceto se eles forem abusivos. E o problema é que geralmente eles são.

Além do cheque especial, outros empréstimos e financiamentos podem transformar em caos a vida financeira de qualquer pessoa.

No Brasil é muito comum você comprar um produto, como um carro, e no final pagar por dois. Culpa dos juros.

Empurrando o que não foi pedido

O Código de Defesa do Consumidor proíbe o envio ao consumidor de produtos ou serviços não solicitados. Um cartão de crédito enviado sem expressa autorização do cliente é considerada prática abusiva.

Outra forma de “cercar” o consumidor é o artifício ilegal da venda casada, quando o banco condiciona a venda de um produto à aquisição de outro. Isso é muito comum quando o banco te oferece um seguro, por exemplo, ou aplica seu dinheiro em fundos de investimento.

Estas formas disfarçadas que induzem o consumidor a adquirir produtos e serviços não solicitados é, infelizmente, muito comum nos bancos tradicionais.

Para-raio de fraudes

Os bancos são inteiramente responsáveis por fraudes praticadas por terceiros. Isso inclui aberturas de contas e contratação de empréstimos.

A ação de estelionatários depende da apresentação de documentos falsos, e por essa razão as instituições bancárias devem assumir os riscos.

Apesar de não haver muitas reclamações a respeito da solução destes problemas, ainda é grande o número de ocorrências . Ou seja, a segurança dos bancos ainda é falha.

Sensação constante de insegurança

Por falar em segurança, transações bancárias atraem situações de risco. Crimes como sequestros relâmpago são comuns.

Um simples saque no caixa eletrônico pode atrair tentativas de furtos e assaltos. O pior é que, se elas acontecerem fora da instituição (na rua), o banco não se responsabiliza.

O interior das agências também não está livre de ações criminosas, cada vez mais comuns. Basta acompanhar o noticiário para confirmar.

E a única solução possível, o reforço da segurança, acaba gerando outros transtornos que também são motivo de muitas reclamações: portas giratórias que travam, pertences revistados, abuso de autoridade e discriminação por parte de seguranças, e por aí vai…

Reclamações de bancos: essa história chegou ao fim

Só quem tem ou já teve conta em banco sabe o quanto isso pode pesar no bolso, além da série de transtornos listada acima.

Mas conforme prometido, vamos mostrar que você não precisa mais de um banco para ter uma conta de pagamento em sua empresa.

Para ter acesso a todos os serviços financeiros de que sua empresa necessita, você não precisa abrir uma conta corrente em um banco tradicional.

Tudo o que você precisa ter é uma conta de pagamento. Assim você elimina os custos com as tarifas bancárias e garante aporte para investir em outras prioridades.

Uma conta de pagamento é uma plataforma administrada por uma empresa que presta serviços financeiros.

Conhecidas como subadquirentes, elas intermedeiam pagamentos entre adquirentes (Cielo, Rede, etc.), bandeiras de cartão (Visa, Mastercard, etc.) e clientes.

Assim, você pode receber dinheiro e pagar contas pelo seu computador, tablet, smatphone ou máquina de cartão.

Você pode gerar boletos, fazer transferências, realizar saques, recarregar celular e muitas outras ações.

Enfim, com elas você terá quase tudo o que um banco tradicional oferece de bom, eliminando tudo o que é indesejável. E o melhor: sem tarifas de manutenção de conta.

Tudo simples, rápido e sem burocracia. Que tal aderir já?